Na última vez que me encontrei em um evento de inovação/transformação digital, conversei com algumas pessoas sobre o processo de mutação que estamos passando nesta era digital decorrente das novas tecnologias e os avanços que Biothec nos presenteará.
O processo de evolução é lento e não é perceptível por quem está vivenciando ele, só no final é que se chega à conclusão que evolução aconteceu, deixando pra trás algumas mutações que não sobreviveram a seleção natural.
Mas, penso que dessa vez estaremos vivos para ver este processo acontecendo, pelo menos é o que me leva a acreditar a publicação feita por Rene Fraga no site Google Discovery.
De acordo com a postagem, o cientista de saúde David Shahar tem descoberto na última década o crescimento do crânio em seus pacientes (crescimento de uma protuberância óssea na parte de trás da cabeça).
Revela ainda que, segundo universidade australiana, este crescimento ósseo do crânio é resultante do uso excessivo de smartphone.
Pois é, nosso “gabinete” estar sofrendo ampliação.
Não duvido que estejam acontecendo outras mudanças físicas do corpo em decorrência dos hábitos digitais.
A postura característica de pessoas da era digital, aquelas que usam smartphones, é facilmente observadas (cabeças levemente inclinas para baixo) já é uma mudança que deve estar desencadeando outras mudanças ainda imperceptível, sensores biológicos anti impacto por exemplo, que permitirá o deslocamento da pessoas, sem a necessidade de olhar para os objetos a sua frente, porque não?
Se for feito um estudo com as mãos, certamente também serão identificadas mudanças físicas das pontas dos dedos e das falanges.
Basta olhar ao entorno de nosso círculo de relacionamento. Não será difícil identificar pessoas que tem dedos, indicadores ou polegares, com mudança anatômica, de movimento ou sensibilidade, não é mesmo?
Estamos em processo de mutação, estamos criando variedades. Será que as tecnologia digital e a biotecnologia serão determinantes no processo de seleção naturalmente?
Pois é, a transformação digital inevitavelmente provoca a mutações do Homo sapiens.
Mas, onde a mutação humana nos levará?
De acordo com a visão do matemático futurista inglês Ian Pearson, estamos rumo ao Homo machinus e que as próximas gerações do Homo sapiens serão capazes de controlar sua própria evolução e que a tecnologia e os avanços da genética vão nos levar a níveis evolutivos nunca vistos no planeta.
Ele prevê ainda que vamos começar um processo de união do homem com a máquina, primeiro virá o Homo cyberneticus, formado pela junção do organismo humano com microchips, depois, chegará o Homo hybridus, com mutações genéticas que facilitem a incorporação de nanotecnologia e por fim, o Homo machinus, quando as máquinas farão parte da própria composição do nosso corpo.
Em entrevistas a Silio Boccanera em 2012, transcrita pelo site ele Conjur, descreveu uma visão de como nos tornaremos imortais através das máquinas: “Você compra um corpo de andróide e faz um upload para ele, não precisa carregar sua mente inteira. Sua mente pode viver na nuvem, e você apenas ocupar aquele corpo robótico.” (O fIlme Sem Retorno e a seriado The 100 – Netflix abordam esta ficção).
“Eu diria que quem, hoje, tem menos de 35 anos tem grandes chances de viver para sempre” acrescentou.
Quem tiver interesse, segue link da matéria mencionada:
👉Google Discovery – https://googlediscovery.com/2019/06/15/cranio-humano-ganhou-protuberancia-ossea-por-causa-dos-smartphones/
👉Super Interessante – https://super.abril.com.br/comportamento/evolucao-homo-sapiens-2-0/
👉Entrevista de Ian Pearson ao Sílio Boccanera – https://www.conjur.com.br/2012-jan-13/ideias-milenio-ian-pearson-futurologo-britanico
👉Sem Retorno – https://www.netflix.com/title/80021840?s=i&trkid=13752289
By IDFM
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