Hoje vamos comemorar os cem anos da nossa matriarca, Dona Telma, completados em 16 de fevereiro. Não poderia deixa de fazer esta homenagem e registro histórico.
Segurança Cibernética: O que está por trás do Acordo de Paris?
Originally posted 2023-08-14 17:17:00.
A segurança cibernética é um dos maiores desafios do século XXI, diante do aumento das ameaças e dos ataques que podem afetar a privacidade, a segurança e a estabilidade de indivíduos, organizações e países.
Para enfrentar esse desafio, é preciso uma cooperação internacional que envolva não só os governos, mas também os setores privado, acadêmico e da sociedade civil.
Nesse sentido, surgiu o Acordo de Paris sobre Segurança Cibernética, uma iniciativa inédita que visa promover os princípios e as boas práticas para proteger o ciberespaço.
Como surgiu o Acordo de Paris sobre Segurança Cibernética?
O Acordo de Paris sobre Segurança Cibernética foi lançado em novembro de 2018 pelo presidente francês Emmanuel Macron, durante o Fórum da Paz de Paris, que reuniu líderes mundiais para celebrar os 100 anos do fim da Primeira Guerra Mundial. O acordo foi inspirado no Acordo de Paris sobre o Clima, que foi assinado em 2015 por quase 200 países para combater as mudanças climáticas.
O objetivo do acordo é criar um movimento global para defender os valores fundamentais da internet, como a liberdade, a igualdade, a fraternidade e a democracia. O acordo também busca estimular a cooperação entre os diferentes atores e setores para prevenir e responder aos ataques cibernéticos, bem como para promover o desenvolvimento e a inovação no ciberespaço.
Quem assinou o Acordo de Paris sobre Segurança Cibernética?
O Acordo de Paris sobre Segurança Cibernética é um documento não vinculante, ou seja, que não tem força legal nem obriga os seus signatários a cumprir as suas disposições. No entanto, ele representa um compromisso moral e político dos seus participantes em aderir aos seus princípios e recomendações.
Até o momento, mais de 80 países já assinaram o acordo, incluindo França, Alemanha, Reino Unido, Japão, Canadá, Austrália, Nova Zelândia, México, Chile, Argentina e Uruguai. No entanto, alguns dos principais atores do ciberespaço não aderiram ao acordo, como Estados Unidos, China, Rússia, Índia e Irã.
Além dos países, mais de 600 organizações também assinaram o acordo, entre elas empresas de tecnologia como Microsoft, Google, Facebook, IBM e Cisco; instituições de ensino como Harvard, Stanford e MIT; organizações não governamentais como Anistia Internacional, Human Rights Watch e Reporters Without Borders; e organizações internacionais como União Europeia, OTAN e ONU.
Quais são os princípios e as recomendações do Acordo de Paris sobre Segurança Cibernética?
O Acordo de Paris sobre Segurança Cibernética contém nove princípios e 14 recomendações para orientar as ações dos seus signatários em relação à segurança cibernética. Os princípios são:
- Proteger os indivíduos e as infraestruturas essenciais contra ataques cibernéticos;
- Prevenir atividades maliciosas online que ameacem a paz e a segurança internacionais;
- Respeitar os direitos humanos e as liberdades fundamentais no ciberespaço;
- Apoiar a capacitação dos atores públicos e privados em segurança cibernética;
- Promover a cooperação multissetorial entre os diferentes atores do ciberespaço;
- Estimular a inovação aberta e confiável no desenvolvimento das tecnologias digitais;
- Fortalecer as normas internacionais aplicáveis ao ciberespaço;
- Melhorar a atribuição dos ataques cibernéticos e a responsabilização dos seus autores;
- Favorecer a adoção de medidas preventivas e reativas contra os ataques cibernéticos.
As recomendações são:
- Criar um fórum multissetorial para discutir e coordenar as questões de segurança cibernética;
- Desenvolver e implementar medidas de construção de confiança entre os atores do ciberespaço;
- Aplicar o direito internacional e as normas de comportamento responsável dos Estados no ciberespaço;
- Estabelecer mecanismos de prevenção, mediação e resolução de conflitos no ciberespaço;
- Apoiar as iniciativas regionais e internacionais de segurança cibernética;
- Reforçar a cooperação entre os órgãos de aplicação da lei e o setor privado para combater a cibercriminalidade;
- Promover a educação e a conscientização sobre os riscos e as oportunidades do ciberespaço;
- Aumentar a resiliência das infraestruturas críticas e dos serviços essenciais contra os ataques cibernéticos;
- Proteger a integridade, a autenticidade e a confidencialidade dos dados pessoais no ciberespaço;
- Garantir a acessibilidade, a diversidade e a neutralidade da internet;
- Fomentar a pesquisa e o desenvolvimento em segurança cibernética e em tecnologias emergentes;
- Adotar padrões de qualidade, segurança e interoperabilidade para os produtos e serviços digitais;
- Combater a disseminação de conteúdos ilícitos, falsos ou prejudiciais no ciberespaço;
- Impedir o uso de tecnologias digitais para fins terroristas ou violentos.
Qual é o papel do Brasil no Acordo de Paris sobre Segurança Cibernética?
O Brasil é um dos países que assinaram o Acordo de Paris sobre Segurança Cibernética, demonstrando o seu compromisso com a promoção da paz, da cooperação e do desenvolvimento no ciberespaço.
O Brasil tem uma posição relevante no cenário internacional da segurança cibernética, sendo um dos maiores usuários da internet no mundo, com mais de 150 milhões de internautas, e um dos principais produtores de conteúdo digital na América Latina.
O Brasil também tem uma experiência pioneira na regulação do ciberespaço, tendo aprovado em 2014 o Marco Civil da Internet, uma lei que estabelece os princípios, os direitos e os deveres dos usuários, dos provedores e do Estado na internet. Além disso, o Brasil também tem uma legislação específica sobre a proteção dos dados pessoais, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que entrou em vigor em 2020.
No entanto, o Brasil ainda enfrenta desafios para garantir a segurança cibernética no país, como a falta de recursos humanos e financeiros, a baixa conscientização da população e das organizações sobre os riscos cibernéticos, a ausência de uma estratégia nacional de segurança cibernética e a dependência de tecnologias estrangeiras. Por isso, é importante que o Brasil acompanhe as iniciativas do Acordo de Paris sobre Segurança Cibernética e busque implementar as medidas necessárias para proteger os seus dados e os seus interesses no ciberespaço.
Uma possível seção para mostrar ao leitor que o Acordo de Paris sobre Segurança Cibernética tem seus entraves, falhas e jogos de interesses é a seguinte:
Críticas ao Acordo de Paris sobre Segurança Cibernética
O Acordo de Paris sobre Segurança Cibernética, apesar de ser uma iniciativa louvável para promover a cooperação e a proteção do ciberespaço, também enfrenta diversos desafios e limitações para a sua efetiva implementação e impacto. Algumas das principais críticas ao acordo são:
- O acordo é não vinculante, ou seja, não tem força legal nem obriga os seus signatários a cumprir as suas disposições. Isso pode gerar uma falta de comprometimento e de responsabilização dos países e das organizações que aderiram ao acordo, bem como uma dificuldade de monitorar e avaliar o seu cumprimento.
- O acordo não conta com a adesão de alguns dos principais atores do ciberespaço, como Estados Unidos, China, Rússia, Índia e Irã. Esses países são responsáveis por grande parte das atividades cibernéticas no mundo, tanto legítimas quanto ilícitas, e têm interesses estratégicos e políticos divergentes em relação ao ciberespaço. A ausência desses países pode comprometer a eficácia e a legitimidade do acordo, bem como aumentar o risco de conflitos e tensões no ciberespaço.
- O acordo não aborda questões sensíveis que envolvem a segurança cibernética, como a soberania nacional, a espionagem, a guerra cibernética, o terrorismo, a cibercriminalidade, a desinformação, a proteção de dados pessoais e a regulamentação das plataformas digitais. Essas questões são fontes de controvérsias e disputas entre os diferentes atores do ciberespaço, e exigem um diálogo mais profundo e abrangente para se alcançar um consenso ou uma solução compartilhada.
Portanto, o Acordo de Paris sobre Segurança Cibernética é um passo importante, mas não suficiente, para garantir um ciberespaço mais seguro, aberto e estável. É preciso que os seus signatários demonstrem na prática o seu compromisso com os princípios e as recomendações do acordo, bem como que os demais atores do ciberespaço se engajem em um processo de negociação multilateral que aborde os desafios e as oportunidades que o ciberespaço oferece para a cooperação internacional e a proteção dos direitos e valores fundamentais.
As ilusões e contradições do Acordo
O Acordo de Paris sobre Segurança Cibernética, apesar de ser apresentado como uma iniciativa pioneira e inovadora para promover a cooperação e a proteção do ciberespaço, na verdade é um documento frágil e ineficaz, que não aborda as questões mais relevantes e urgentes que envolvem a segurança cibernética. O acordo é não vinculante, ou seja, não tem força legal nem obriga os seus signatários a cumprir as suas disposições. O acordo não conta com a adesão de alguns dos principais atores do ciberespaço, como Estados Unidos, China, Rússia, Índia e Irã, que têm interesses estratégicos e políticos divergentes em relação ao ciberespaço. O acordo não aborda questões sensíveis que envolvem a segurança cibernética, como a soberania nacional, a espionagem, a guerra cibernética, o terrorismo, a cibercriminalidade, a desinformação, a proteção de dados pessoais e a regulamentação das plataformas digitais.
Portanto, o Acordo de Paris sobre Segurança Cibernética é um passo insuficiente e inócuo para garantir um ciberespaço mais seguro, aberto e estável. É preciso que os países e as organizações que se preocupam com a segurança cibernética se engajem em um processo de negociação multilateral que aborde os desafios e as oportunidades que o ciberespaço oferece para a cooperação internacional e a proteção dos direitos e valores fundamentais. É preciso também que os cidadãos e os usuários da internet se conscientizem dos riscos e das responsabilidades que envolvem o uso das tecnologias digitais, e que exijam dos seus governos e das empresas de tecnologia mais transparência, accountability e respeito no ciberespaço.
Espero que você tenha gostado deste artigo e que ele tenha sido útil para você. Se você achou relevante, por favor, curta, comente e compartilhe com os seus amigos. Obrigado pela sua atenção e até a próxima!
By IDFM
Na Vibe de Prometeu, o conhecimento te liberta
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O que você não sabe sobre o ataque à Microsoft e a estratégia nacional de segurança cibernética
Originally posted 2023-08-14 14:14:00.
Você já pensou no que aconteceria se alguém conseguisse invadir a sua conta de e-mail e acessar todas as suas mensagens, arquivos, contatos e dados pessoais?
E se esse alguém fosse um hacker patrocinado por um governo estrangeiro, interessado em espionar, sabotar ou manipular as informações de milhares de pessoas e organizações?
Essa é uma situação que parece saída de um filme de ficção científica, mas que se tornou realidade duas vezes nos últimos anos, quando dois dos maiores ataques cibernéticos da história atingiram diferentes plataformas da Microsoft, afetando milhões de usuários em todo o mundo.
Neste artigo, vamos analisar os dois ataques cibernéticos contra a Microsoft que ocorreram em 2021 e 2023, respectivamente. Vamos ver quais foram as causas, as consequências, as vítimas e as medidas de segurança envolvidas em cada caso.
O ataque cibernético de 2021: Exchange Online
O primeiro ataque ocorreu no início de 2021 (entre janeiro e março), quando um grupo de hackers supostamente afiliado ao governo chinês, chamado Hafnium, explorou uma falha de codificação no software da Microsoft e acessou as contas baseadas em nuvem dos usuários do Exchange Online, sem levantar suspeitas.
O Exchange Online é um serviço de e-mail baseado na nuvem que faz parte do pacote Microsoft 365. Ele é usado por muitas organizações para gerenciar a comunicação interna e externa, além de armazenar documentos, fotos, vídeos e outros arquivos importantes.
Os hackers conseguiram ler, copiar, alterar ou apagar os e-mails, documentos, fotos, vídeos e outros arquivos armazenados na nuvem dos usuários afetados. Eles também puderam se passar por eles e enviar mensagens falsas para os seus contatos, causando confusão, desinformação e até mesmo danos irreparáveis à reputação e à segurança nacional.
Entre as vítimas do ataque estão diversas instituições públicas e privadas dos Estados Unidos, como o Departamento de Estado, o Departamento de Justiça, o Departamento de Segurança Interna, o Departamento do Tesouro, a Agência Nacional de Segurança Nuclear, a Agência Nacional de Aeronáutica e Espaço (NASA), a Agência Federal de Aviação (FAA), a Agência Federal de Gestão de Emergências (FEMA), a Agência Central de Inteligência (CIA), o Pentágono, o Conselho Nacional de Segurança, a Casa Branca, o Senado, o Congresso e a Suprema Corte.
Além disso, o ataque também afetou empresas de diversos setores, como tecnologia, telecomunicações, energia, saúde, educação, finanças e mídia. Entre elas estão a Cisco Systems, a Intel Corporation, a Nvidia Corporation, a VMware Inc., a Belkin International Inc., a Cox Communications Inc., a AT&T Inc., a Verizon Communications Inc.,a Chevron Corporation, a Exxon Mobil Corporation, a Pfizer Inc., a Johnson & Johnson, a Merck & Co. Inc., a Harvard University, a Stanford University, o Massachusetts Institute of Technology (MIT), o Bank of America Corporation, o Citigroup Inc., o JPMorgan Chase & Co., o The New York Times Company, o The Washington Post Company, a CNN e a Fox News.
Ameaça da IA e do ChatGPT para os profissionais de tecnologia: como se proteger?
Originally posted 2023-08-14 08:08:00.
Você trabalha na área de tecnologia e não se sente ameaçado pela inteligência artificial e pelo ChatGPT? Cuidado, você pode estar enganado.
Como a inteligência artificial e o ChatGPT podem ameaçar o seu emprego na área de tecnologia
A inteligência artificial (IA) e o ChatGPT são ferramentas que estão mudando o mundo da tecnologia e do trabalho. Eles podem substituir ou reduzir a demanda por alguns empregos na indústria de tecnologia, especialmente nas áreas de vendas, recrutamento, marketing e programação.
Segundo um estudo da McKinsey, até 2030, cerca de 15% dos empregos globais podem ser automatizados pela IA, afetando mais de 400 milhões de trabalhadores. Além disso, segundo o próprio ChatGPT, 21 profissões podem ser extintas pela IA nos próximos cinco anos.
Para se proteger dessa ameaça, os profissionais de tecnologia devem buscar novos conhecimentos e certificações relacionados à IA e ao ChatGPT, desenvolver habilidades que complementem ou potencializem o uso da tecnologia, explorar novas áreas ou nichos de atuação, criar portfólios ou projetos pessoais que demonstrem sua criatividade e capacidade de resolver problemas, ampliar suas redes de contatos e estar abertos à inovação e à transformação.
Neste artigo, vamos explorar melhor esta ameaça e dar algumas dicas para você se preparar para o futuro e vamos responder algumas das perguntas mais populares sobre a ameaça da IA e do ChatGPT para os profissionais de tecnologia. Então vamos lá!
4 Dicas para Terminar a Semana com Motivação e Energia no Trabalho
Originally posted 2023-08-11 13:13:00.
A semana está chegando ao fim e você pode estar se sentindo cansado, desanimado ou frustrado com os resultados que obteve.
Talvez você tenha enfrentado dificuldades, imprevistos ou conflitos no trabalho.
Talvez você não tenha conseguido cumprir todas as suas tarefas ou alcançar todas as suas metas.
Talvez você esteja se sentindo sobrecarregado, estressado ou desmotivado.
A História da Torre de Babel: Motivações, Consequências e Teorias
Originally posted 2023-08-10 08:08:00.
Descubra como a história da Torre de Babel influenciou o desenvolvimento das civilizações e explore as teorias que explicam sua relevância até os dias atuais.
A história da Torre de Babel é uma narrativa bíblica que desperta curiosidade e reflexão há séculos. Ela nos transporta para um tempo em que a humanidade tinha um objetivo comum: construir uma torre que alcançasse os céus.
Motivações e Ambições
Construção e Consequências
Consequências e Diversas Teorias Explicativas
- Teorias Linguísticas: A diversidade de línguas resultante da confusão na Torre de Babel é frequentemente explorada por teorias linguísticas, como a teoria do Proto-Indo-Europeu. Essas teorias buscam reconstruir as línguas ancestrais e rastrear sua influência nas línguas atuais.
- Teorias de Migração: Algumas teorias propõem que a dispersão dos povos após a Torre de Babel resultou em migrações que influenciaram o desenvolvimento de civilizações antigas, como as da Mesopotâmia, Egito, Índia e América pré-colombiana.
- Teorias Mitológicas: A história da Torre de Babel também pode ser relacionada a mitos e lendas presentes em outras culturas, como a Epopéia de Gilgamesh e os mitos gregos de Prometeu e a queda de Ícaro. Essas conexões sugerem uma narrativa compartilhada sobre a busca da humanidade por poder e conhecimento.
Da Torre de Babel à Atualidade
O segredo mais bem guardado de Elon Musk: uma nova forma de inteligência artificial que pode transformar tudo.
Originally posted 2023-08-09 08:08:00.
Notícias recentes dizem que Elon Musk está investindo em inteligência artificial generativa para o Twitter, depois de comprar cerca de 10 mil GPUs. Mas movimentos do empresário mostram que algo mais está sendo feito nessa área.
Você sabia, por exemplo, que Elon Musk fundou uma nova empresa chamada xAI, com o objetivo de “entender a verdadeira natureza do universo”? E que ele pode estar desenvolvendo uma nova ferramenta de IA chamada “TruthGPT”, que poderia revolucionar a forma como as pessoas se informam e se comunicam?

Por isso, resolvemos pesquisar sobre o assunto e imaginar onde poderá ser o próximo salto de inovação de Elon Musk. Afinal, onde tem fumaça tem fogo, não é mesmo?
Descubra neste artigo o que imaginamos que Elon Musk está preparando. Vamos lá!
Como a Apple pode revolucionar a Siri com inteligência artificial generativa
Originally posted 2023-08-08 08:08:00. Você já imaginou como seria se a Siri, a assistente virtual da Apple, pudesse entender você como ninguém e se adaptar ao seu jeito de falar e de pensar? E se ela pudesse conversar com você sobre qualquer assunto, desde as últimas notícias até os seus hobbies favoritos, com naturalidade e … Ler mais
Se liga nessa: Fibonacci
Originally posted 2023-08-06 14:09:00. Você sabia que Fibonacci foi um matemático italiano que viveu no século XIII e é considerado um dos maiores matemáticos da Idade Média? Seu nome verdadeiro era Leonardo Bonacci e o apelido Fibonacci foi dado a ele posteriormente. Fibonacci é conhecido por ter introduzido o sistema numérico indo-arábico na Europa e … Ler mais
6 de agosto: o dia em que o mundo mudou para sempre
Originally posted 2023-08-05 20:15:00. O que aconteceu em Hiroshima e Nagasaki? Em 6 de agosto de 1945, os Estados Unidos lançaram uma bomba atômica sobre a cidade japonesa de Hiroshima, matando cerca de 140 mil pessoas e ferindo outras centenas de milhares. Três dias depois, uma segunda bomba atômica foi lançada sobre Nagasaki, matando cerca … Ler mais





