Originally posted 2024-03-26 20:00:00.
O mercado de trabalho está vivenciando uma era de conflitos e transformações profundas, impulsionadas pela chegada de novos profissionais da Geração Z, nascidos entre 1995 a 2010.
Originally posted 2024-03-26 20:00:00.
O mercado de trabalho está vivenciando uma era de conflitos e transformações profundas, impulsionadas pela chegada de novos profissionais da Geração Z, nascidos entre 1995 a 2010.
Originally posted 2024-02-11 14:14:00.
O ambiente corporativo é um cenário em constante transformação. Assim como um pêndulo oscila em um plano constante, as organizações também devem buscar um equilíbrio entre estabilidade e mudança. É essencial que as empresas se mantenham consistentes em seus valores e propósitos, mas também se adaptem às transformações do mercado e da sociedade.
Encontrar esse equilíbrio pode ser desafiador, mas é fundamental para a sobrevivência e prosperidade a longo prazo de uma empresa.
Quando uma organização se torna excessivamente rígida e resistente à mudança, ela corre o risco de se tornar obsoleta e perder relevância. Por outro lado, quando uma empresa se torna excessivamente flexível e não mantém uma base sólida, ela pode perder sua identidade e se tornar vulnerável a crises.
Neste artigo, vamos mostrar como encontrar esse equilíbrio e quais são os benefícios para as empresas.
A consistência é um elemento fundamental para o sucesso de uma empresa. Ela envolve manter valores e propósitos claros, estabelecer metas e direcionar os esforços de todos os colaboradores para alcançá-las. Uma organização consistente é capaz de desenvolver uma cultura sólida, fortalecer a confiança dos clientes e estabelecer uma reputação positiva no mercado.
No entanto, é importante ressaltar que consistência não significa estagnação. Uma empresa consistente é capaz de se adaptar às mudanças, sem comprometer seus valores e propósitos. Ela reconhece a necessidade de inovação e está disposta a implementar novas estratégias para se manter competitiva.
A consistência está relacionada à base sólida de uma organização, enquanto a adaptabilidade está relacionada à sua capacidade de se reinventar.
Originally posted 2024-02-11 12:12:00. Você já se perguntou como os novos líderes podem transformar o ambiente corporativo? Você sabia que a teoria do Einstein sobre o espaço-tempo pode te ensinar muito sobre liderança? Neste artigo, vamos usar a teoria do Einstein sobre o espaço-tempo como uma analogia para entender esse fenômeno. Essa teoria revolucionou a física … Ler mais
Originally posted 2024-01-24 10:10:00.
Descubra como a “Agricultura Sustentável” se beneficia da rede subterrânea das plantas, promovendo ecossistemas resilientes e produtivos.

Originally posted 2023-11-21 19:19:00.
Você já se perguntou o que leva uma organização de inovação, que tem uma missão nobre, uma visão ousada e um time talentoso, a entrar em crise e a perder sua essência?
Muitas vezes, a resposta está nos defeitos humanos que podem afetar qualquer pessoa, especialmente aquelas que ocupam posições de liderança, poder ou prestígio.
Estamos falando do ego, da arrogância e da prepotência, três inimigos silenciosos que podem corroer a cultura, a confiança e a colaboração dentro de uma organização, e comprometer seus resultados e sua reputação.
Neste artigo, vamos analisar o caso da OpenAI, uma das mais renomadas organizações de pesquisa em inteligência artificial, que está passando por uma grave crise causada pela demissão de seu ex-CEO, Sam Altman.
Mas será que não estaria por trás desta crise o ego, a arrogância e prepotência de alguns de seus fundadores e investidores. Com base nesse cenário, vamos mostrar como esses defeitos podem destruir uma organização, e vamos ousar em falar como eles podem ser evitados ou corrigidos.
A OpenAI foi fundada em 2015 com a missão de criar uma inteligência artificial benéfica para a humanidade, sem se submeter aos interesses de governos ou corporações. Para isso, a organização se declarou sem fins lucrativos e prometeu tornar suas pesquisas e patentes abertas ao público. Além disso, a OpenAI contou com o apoio financeiro e intelectual de alguns dos maiores nomes da tecnologia, como Elon Musk, Sam Altman, Peter Thiel e Reid Hoffman.
No entanto, nos últimos anos, a OpenAI enfrentou alguns desafios e dilemas que colocaram em xeque sua visão original. Um deles foi a necessidade de obter mais recursos para desenvolver projetos ambiciosos, como o GPT-3, um modelo de linguagem natural capaz de gerar textos coerentes e criativos a partir de qualquer prompt. Para isso, a OpenAI se tornou uma empresa híbrida, com uma subsidiária com fins lucrativos que pode receber investimentos externos, como o da Microsoft, que injetou US$ 1 bilhão em 2019 e um segundo investimento plurianual em janeiro de 2023, estimado em US$ 10 bilhões.
Outro desafio foi a gestão de uma equipe de pesquisa cada vez maior e mais diversa, que envolve diferentes áreas de conhecimento, perspectivas e valores. A OpenAI cresceu de cerca de 10 pesquisadores em 2015 para mais de 375 em 2023, e se tornou uma referência em publicações científicas, prêmios e competições de IA.
No entanto, esse crescimento também trouxe conflitos internos, como o que resultou na saída de seu CEO, Sam Altman, que teria sido pressionado pelos fundadores e investidores da organização, que não concordavam com a sua gestão e com a sua visão. Além disso, mais de 700 pesquisadores da OpenAI ameaçaram se demitir e se juntar à Microsoft, alegando que a organização perdeu sua transparência, diversidade e colaboração.
Esses fatos podem indicar que a OpenAI está em crise e que seu futuro é incerto. Mas como o ego, a arrogância e a prepotência contribuíram para essa situação?
O ego, a arrogância e a prepotência são três defeitos que podem ser definidos da seguinte forma:
O ego é a parte da personalidade que se identifica com o próprio eu, e que busca a satisfação dos seus desejos e necessidades. O ego é necessário para a sobrevivência e a autoestima, mas pode se tornar excessivo e desequilibrado, levando a uma visão distorcida da realidade e a um apego excessivo ao próprio ego.
A arrogância é a atitude de superioridade, orgulho e desprezo em relação aos outros, que se manifesta em palavras e ações. A arrogância é uma forma de defesa do ego, que busca se afirmar e se proteger de possíveis ameaças ou críticas. A arrogância pode levar a uma falta de humildade, de empatia e de respeito pelos outros.
A prepotência é a tendência de abusar do poder, da autoridade ou da influência que se tem sobre os outros, impondo a própria vontade ou opinião, sem considerar as consequências ou as reações dos outros. A prepotência é uma forma de expressão do ego e da arrogância, que busca dominar e controlar os outros, sem se importar com os seus direitos ou sentimentos.
Esses defeitos podem afetar qualquer pessoa, mas são especialmente perigosos para aqueles que ocupam posições de liderança, poder ou prestígio, como é o caso de muitos fundadores, líderes ou investidores de organizações de inovação.
Essas pessoas podem se deixar levar pelo sucesso, pela fama ou pelo dinheiro, e perder a noção dos seus limites, dos seus valores e dos seus propósitos.
Eles podem se tornar egocêntricos, arrogantes e prepotentes, e agir de forma abusiva, autoritária e arrogante com os seus funcionários, colegas, parceiros, clientes ou concorrentes.
Esses comportamentos podem ter efeitos devastadores para uma organização de inovação, como:
Esses efeitos podem levar a uma perda de competitividade, de inovação e de impacto da organização, e até mesmo ao seu fim.
O ego, a arrogância e a prepotência são defeitos humanos que podem ser evitados ou corrigidos, desde que se tenha consciência, vontade e ação para isso. Mas como fazer isso em uma organização de inovação, que lida com desafios, incertezas e mudanças constantes, e que exige criatividade, ousadia e excelência? Será que é possível conciliar a ambição, a confiança e a liderança com a modéstia, a compaixão e a colaboração? Será que é possível criar uma cultura de inovação que respeite e valorize a diversidade, a transparência e a responsabilidade?
Essas são perguntas que não têm respostas fáceis ou definitivas, mas que podem ser exploradas e discutidas, buscando inspiração em exemplos, experiências e reflexões. Existem algumas medidas que podem ser sugeridas, mas não impostas, para prevenir ou remediar esses defeitos em uma organização de inovação, como:
Essas são algumas medidas que podem ajudar a evitar ou corrigir o ego, a arrogância e a prepotência em uma organização de inovação, mas elas não são suficientes nem garantidas.
Elas dependem da vontade, da atitude e da ação de cada pessoa, e da cultura, da estrutura e da política da organização e podem enfrentar resistências, dificuldades e obstáculos, que devem ser superados com persistência, flexibilidade e criatividade.
O importante é não desistir nem se conformar, mas sim buscar sempre se aperfeiçoar e se transformar, e contribuir para a melhoria e a transformação da organização e da sociedade.
Eu sei bem o que é viver em uma organização de inovação que foi destruída pelo ego, pela arrogância e pela prepotência, pois eu mesmo vivi uma experiência parecida, quando era um dos fundadores de uma startup na década de 90, que estava desenvolvendo uma plataforma de comércio eletrônico, algo como ocentral de compras e marketplace atualmente, quando ninguém ainda falava do tema. Nós tínhamos uma ideia visionária, um produto promissor e um mercado potencial. No entanto, o ego e a prepotência minaram a relação dos fundadores e terminaram com o fim da startup, quando ela já estava pronta para se tornar operacional. Foi uma grande perda, não só para nós, mas também para os clientes e para a sociedade, que poderiam ter se beneficiado com a nossa inovação.
Mas eu não fui o único a passar por isso. Existem muitos outros exemplos de organizações que foram destruídas pelo ego, pela arrogância e pela prepotência, vejam alguns casos emblemáticos:
Uma empresa de transporte por aplicativo fundada em 2009 por Travis Kalanick, que prometia revolucionar a mobilidade urbana, oferecendo um serviço rápido, barato e conveniente, que conectava motoristas e passageiros. A empresa foi exposta como uma empresa problemática em 2017, e enfrentou uma série de crises e escândalos, que afetaram a sua imagem, o seu valor e o seu crescimento. O fundador Travis Kalanick foi considerado culpado de ego, arrogância e prepotência, pois ele criou e manteve uma cultura de agressividade, competitividade e desrespeito na empresa, que resultou em casos de assédio, discriminação, violência, espionagem, sabotagem, suborno, entre outros. Ele foi forçado a renunciar em 2017, após uma rebelião dos investidores, que exigiram a sua saída.
Uma empresa de fotografia fundada em 1888 por George Eastman, que prometia democratizar a arte de capturar momentos, oferecendo produtos e serviços de qualidade, acessíveis e inovadores, que popularizaram o uso de câmeras, filmes e revelações. A empresa foi exposta como uma empresa obsoleta em 2012, e entrou em falência, após perder a liderança e a relevância no mercado, que foi dominado pela fotografia digital. A empresa foi considerada culpada de ego, arrogância e prepotência, pois ela ignorou e subestimou as mudanças tecnológicas, sociais e culturais que ocorreram no setor, e se apegou ao seu modelo de negócio tradicional, que se tornou inviável e irrelevante. A empresa foi incapaz de se adaptar e se reinventar, e perdeu a oportunidade de se tornar uma pioneira na fotografia digital, que ela mesma havia inventado em 1975, mas que não soube explorar.
Uma empresa de copiadoras fundada em 1906 por Chester Carlson, que prometia facilitar a reprodução de documentos, oferecendo máquinas e serviços de alta qualidade, eficiência e inovação, que revolucionaram o mercado de escritórios e de comunicação. A empresa foi exposta como uma empresa decadente em 2000, e entrou em crise, após perder a liderança e a competitividade no mercado, que foi invadido por concorrentes mais baratos e modernos. A empresa foi considerada culpada de ego, arrogância e prepotência, pois ela desperdiçou e negligenciou as pesquisas e as invenções que foram realizadas no seu centro de pesquisa, o PARC, que criou tecnologias como o mouse, a interface gráfica, a impressora a laser, a rede Ethernet, entre outras, que foram aproveitadas por outras empresas, como a Apple, a Microsoft e a HP. A empresa foi incapaz de reconhecer e valorizar o seu próprio potencial de inovação, e se limitou a focar no seu produto principal, que se tornou comum e ultrapassado.
Uma empresa de biotecnologia fundada em 2003 por Elizabeth Holmes, que prometia revolucionar os testes de sangue, usando apenas algumas gotas de sangue coletadas de um dedo, e um dispositivo portátil chamado Edison, que poderia realizar centenas de exames em minutos, com baixo custo e alta precisão. A empresa chegou a valer US$ 9 bilhões em 2014, e tinha parcerias com grandes empresas e instituições, como Walgreens, Safeway, Cleveland Clinic, entre outras. No entanto, tudo era uma farsa. Os testes de sangue da Theranos eram imprecisos, incompletos e perigosos, e o dispositivo Edison era defeituoso, ineficiente e inoperante. A empresa foi exposta por uma investigação jornalística do Wall Street Journal em 2015, e desmoronou em 2018, após ser acusada de fraude, falsidade ideológica e engano. A fundadora Elizabeth Holmes foi considerada culpada de ego, arrogância e prepotência, pois ela mentiu, manipulou e intimidou os seus funcionários, investidores, clientes e reguladores, para sustentar a sua imagem de gênio e visionária, e para proteger o seu império e o seu poder.
Uma empresa de coworking fundada em 2010 por Adam Neumann, que prometia transformar o modo de trabalhar, viver e se relacionar, criando espaços de trabalho compartilhados, modernos e inspiradores, e uma comunidade de empreendedores, criativos e inovadores. A empresa chegou a valer US$ 47 bilhões em 2019, e tinha mais de 800 locais em 124 cidades, com mais de 500 mil membros. No entanto, tudo era uma ilusão. A empresa era deficitária, desorganizada e insustentável, e o seu modelo de negócio era questionável, vulnerável e obsoleto. A empresa foi exposta por uma tentativa fracassada de abertura de capital em 2019, e desabou em 2020, após ser resgatada pela SoftBank, que assumiu o controle da empresa e demitiu o fundador Adam Neumann. O fundador Adam Neumann foi considerado culpado de ego, arrogância e prepotência, pois ele gastou, desperdiçou e desviou os recursos da empresa, para financiar o seu estilo de vida extravagante e megalomaníaco, e para impor a sua visão utópica e messiânica, sem se importar com os seus funcionários, investidores, clientes ou parceiros.
Esses são exemplos de organizações que foram destruídas pelo ego, pela arrogância e pela prepotência. São exemplos que mostram como esses defeitos podem levar ao fracasso, à ruína e à vergonha, de pessoas e de organizações que tinham potencial, talento e oportunidade, mas que se deixaram levar pela ambição, pela vaidade e pelo poder.
O ego, a arrogância e a prepotência podem destruir uma organização de inovação, pois eles podem prejudicar o clima organizacional, comprometer a qualidade e a relevância das pesquisas e dos produtos, e arruinar a reputação e a credibilidade da organização, como vimos nos exemplos mostrados neste artigo.
Esses são exemplos de organizações de inovação que foram destruídas pelo ego, pela arrogância e pela prepotência, que eu pesquisei e identifiquei, que sejam relacionados ao tema. Eles mostram como esses defeitos podem levar ao declínio, à falência e ao esquecimento, de pessoas e de organizações que foram pioneiras, líderes e referências, mas que se deixaram levar pela complacência, pela soberba e pela resistência.
Identificar e combater o ego, a arrogância e a prepotência em si mesmo e nos outros é uma tarefa difícil, mas necessária, para quem quer viver e trabalhar em uma organização de inovação, que exige harmonia, colaboração e inovação.
Para isso, é preciso estar atento aos sinais, às atitudes e aos comportamentos que podem indicar a presença desses defeitos, e tomar medidas para corrigi-los ou evitá-los. Alguns exemplos são:
Esses são alguns exemplos de como identificar e combater o ego, a arrogância e a prepotência em si mesmo e nos outros, mas eles não são os únicos nem os melhores.
Cada pessoa e cada situação pode exigir uma abordagem diferente e personalizada, que leve em conta as características, as circunstâncias e os objetivos de cada um.
O importante é estar disposto a reconhecer e a mudar, e a ajudar e a apoiar os outros a fazerem o mesmo.
Neste artigo, nós vimos como o ego, a arrogância e a prepotência podem destruir uma organização de inovação, também vimos como esses defeitos podem ser evitados ou corrigidos, com algumas medidas que podem ser úteis, mas não definitivas, para prevenir ou remediar esses defeitos em uma organização de inovação.
Pode não ser o fim da OpenAI, mas certamente o impacto desta crise revelou uma face que lembra um castelo de areia, principalmente se as demissões dos pesquisadores e desenvolvedores em grande escala sendo concretizadas.
Espero que este artigo tenha sido útil e que tenha feito você pensar sobre o tema, se identificar com os exemplos, e se inspirar para mudar ou melhorar a sua atitude e a sua relação com os outros em uma organização de inovação.
“Não construa seus castelos sobre o ego, a arrogância e a prepotência, pois eles podem ruir a qualquer momento como castelos de areia, e deixar você na escuridão, sem nada e sem ninguém.”
E você, se identificou em alguma dessas situações?
Obrigado por ler este artigo até o final, e por me dar a oportunidade de escrevê-lo para você. Se você gostou, por favor, curta, comente e compartilhe com os seus amigos, colegas e familiares. Se você não gostou, por favor, me diga o que eu posso melhorar, e me dê uma nova chance de te surpreender. 😊
By IDFM
Na Vibe de Prometeu, o conhecimento te liberta!
Originally posted 2023-11-03 22:22:00.
A inteligência artificial (IA) é uma das tecnologias mais disruptivas e transformadoras da atualidade, que tem o potencial de impactar diversos setores e áreas da sociedade, gerando benefícios econômicos, sociais e ambientais.
No entanto, para aproveitar as oportunidades e os desafios da IA, é preciso ter uma estratégia nacional, que oriente e coordene as ações e os atores envolvidos com o tema, bem como estimule a inovação e o empreendedorismo em IA.
Neste artigo, vamos apresentar a evolução da estratégia brasileira de IA, que foi lançada em abril de 2021 pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), com o objetivo de promover o desenvolvimento e o uso responsável da IA no país, em consonância com os princípios éticos, sociais, econômicos e ambientais.
Vamos também mostrar os centros de pesquisa aplicada em IA, que fazem parte da estratégia, e que são voltados para o desenvolvimento de pesquisas científicas, tecnológicas e de inovação, aplicadas e orientadas à resolução de problemas que possam ser resolvidos com IA, nas áreas de saúde, agricultura, indústria e cidades inteligentes.
Por fim, vamos dar algumas dicas de como empreender em IA no Brasil, identificando as áreas mais promissoras e as iniciativas que estão buscando investidores para captar recursos para lançar suas soluções.
A estratégia brasileira de IA foi publicada em abril de 2021, após um processo de consulta pública que envolveu diversos atores do ecossistema de IA no país, como academia, governo, setor produtivo e sociedade civil. A estratégia estabelece nove eixos temáticos, que são os pilares do documento, e apresenta um conjunto de 74 ações estratégicas para alcançar uma visão de futuro. A visão de futuro é que o Brasil seja um país líder em inovação tecnológica na América Latina e no mundo, não sendo um mero consumidor de IA, mas estando na vanguarda de IA no futuro, sendo um dos principais players. A estratégia também visa garantir que os benefícios da IA sejam compartilhados por toda a sociedade brasileira, promovendo a inclusão digital e social, o desenvolvimento sustentável, a segurança nacional e a defesa, e o respeito aos direitos humanos e aos valores éticos.
Os nove eixos temáticos da estratégia são:
Para implementar a estratégia, foram criados alguns mecanismos e instrumentos, tais como:
Uma das ações estratégicas da estratégia brasileira de IA é o fomento à criação de até oito centros de pesquisa aplicada (CPAs) em IA, em cooperação com a FAPESP e o CGI.br. Esses centros são voltados para o desenvolvimento de pesquisas científicas, tecnológicas e de inovação, aplicadas e orientadas à resolução de problemas que possam ser resolvidos com IA. Os centros têm foco nas áreas de saúde, agricultura, indústria e cidades inteligentes, e contam com a parceria de empresas privadas e públicas que aportam recursos financeiros e humanos. Os centros são estruturados em equipes multidisciplinares, compostas por pesquisadores, pós-doutores, engenheiros, técnicos, estudantes e profissionais de mercado, e têm uma governança que envolve um comitê executivo, um conselho consultivo internacional e uma equipe de P&D das empresas parceiras. Os centros trabalham como plataformas para a colaboração entre universidades, empresas e governo, buscando acelerar a inovação e aplicar soluções de IA em problemas reais do país.
Em maio de 2021, foram anunciados os seis primeiros centros de pesquisa aplicada em IA, que são:
Em setembro de 2023, foram anunciados mais quatro centros de pesquisa aplicada em IA, que são:
Com esses centros, o Brasil pretende se tornar um líder em inovação tecnológica na América Latina e no mundo, não sendo um mero consumidor de IA, mas estando na vanguarda de IA no futuro, sendo um dos principais players.
Os centros devem contribuir para o crescimento econômico e o progresso social do país, gerando novos produtos, serviços, processos, patentes, startups, empregos e renda, além de melhorar a qualidade de vida das pessoas e promover a inclusão digital e social.
O mercado de IA é um dos mais dinâmicos e inovadores da atualidade, e oferece diversas oportunidades para os empreendedores que desejam criar soluções inteligentes para problemas reais. No entanto, para entrar neste mercado, é preciso ter alguns conhecimentos e habilidades, tais como:
Algumas áreas que são mais promissoras para o empreendedorismo em IA são:
Para quem tem interesse em investir em iniciativas de IA no Brasil, existem algumas opções que estão atualmente buscando investidores para captar recursos para lançar suas soluções. Essas iniciativas são fruto do compromisso oficial do Brasil em não ser um mero consumidor de IA, mas estar na vanguarda de IA no futuro, sendo um dos principais players.
O Brasil tem demonstrado esse compromisso por meio da estratégia brasileira de IA, que visa promover o desenvolvimento e o uso responsável da IA no país, em consonância com os princípios éticos, sociais, econômicos e ambientais, bem como estimular a inovação e o empreendedorismo em IA.
O Brasil também tem demonstrado esse compromisso por meio dos centros de pesquisa aplicada em IA, que são voltados para o desenvolvimento de pesquisas científicas, tecnológicas e de inovação, aplicadas e orientadas à resolução de problemas que possam ser resolvidos com IA, nas áreas de saúde, agricultura, indústria e cidades inteligentes.
Essas iniciativas têm produzido resultados concretos que podem nos orgulhar e acreditar que seremos auto suficientes e um grande player de IA no mercado. Esses resultados incluem:
Algumas das iniciativas de IA no Brasil que estão buscando investidores em 2023 são:
A estratégia brasileira de IA tem como visão de futuro que o Brasil seja um país líder em inovação tecnológica na América Latina e no mundo, não sendo um mero consumidor de IA, mas estando na vanguarda de IA no futuro, sendo um dos principais players. Essa visão se baseia em alguns pilares, como:
Para alcançar essa visão de futuro, o Brasil tem realizado algumas ações concretas, como:
Esses são alguns exemplos de como o Brasil está caminhando para alcançar a sua visão de futuro em relação à IA. Esses exemplos podem inspirar empreendedores, investidores, pesquisadores, estudantes e cidadãos a se envolverem e a contribuírem para o avanço da IA no país, bem como para o aproveitamento das oportunidades e dos desafios da IA.
A IA é uma tecnologia que pode trazer benefícios econômicos, sociais e ambientais para o Brasil e para o mundo, mas que também requer uma responsabilidade ética, social, econômica e ambiental dos seus desenvolvedores, usuários e consumidores.
A IA pode ser uma ferramenta para a solução de problemas, a melhoria da qualidade de vida, a promoção da inclusão digital e social, a contribuição para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, entre outros.
Mas a IA também pode ser uma fonte de riscos, desafios, dilemas, impactos negativos, entre outros. Por isso, é preciso ter uma estratégia, uma governança, uma regulação, uma educação, uma inovação e um empreendedorismo em IA, que visem o desenvolvimento e o uso responsável da IA, em consonância com os princípios éticos, sociais, econômicos e ambientais, respeitando os direitos humanos e os valores democráticos.
A IA é o futuro, mas o futuro depende de nós. Nós podemos ser os protagonistas ou os espectadores da IA. Nós podemos ser os criadores ou os consumidores da IA. Nós podemos ser os líderes ou os seguidores da IA. Nós podemos ser os beneficiários ou os prejudicados pela IA. A escolha é nossa. E o tempo é agora.
Esperamos que você tenha gostado deste artigo, e que ele tenha sido útil e inspirador para você. Se você gostou, por favor, curta, comente e compartilhe.
Obrigado e até a próxima!
By IDFM
Na Vibe de Prometeu, o conhecimento te liberta!
Originally posted 2023-08-08 08:08:00. Você já imaginou como seria se a Siri, a assistente virtual da Apple, pudesse entender você como ninguém e se adaptar ao seu jeito de falar e de pensar? E se ela pudesse conversar com você sobre qualquer assunto, desde as últimas notícias até os seus hobbies favoritos, com naturalidade e … Ler mais
Originally posted 2023-04-27 00:21:00.
Originally posted 2023-04-01 19:06:00. Entre medos e avanços, como conciliar o avanço tecnológico com a ética, a moral e o futuro da humanidade? Tenho sido procurado por conhecidos, na maioria leigos no assunto, para falar dessa tal de Inteligência artificial (IA) que tando tem aparecido na mídia. Então resolvi escrever algo para ajudar aos … Ler mais
Originally posted 2019-05-21 23:43:00. Estava pensando agora no paradoxo da gestão da mobilidade urbana que vem sendo “fomentado” por algumas cidades e promovidos pela mídia, o que me levou a escrever este post. Os transportes alternativos chegaram como solução criativa para o transporte individual, um privilégio que sempre foi visto como o grande vilão da … Ler mais